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	<title>Bráulio Bhavamitra</title>
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		<title>(English) Installing data directories recursively with automake</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 01:18:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brauliobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Não disponível em português</p>
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		<title>A dieta 80/10/10</title>
		<link>http://blog.brauliobo.org/wordpress/2009/10/27/a-dieta-801010/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 16:06:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brauliobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro disponível em PDF e outros formatos
A dieta de alimentos completos (não processados), crus, frescos, maduros e vegetais, como a natureza nos oferece.
Intuitiva no sentido de que os alimentos que são fáceis de comer são os nossos alimentos, são os que dispensam tecnologia, fogo ou compartimentos (os germinados precisam deste último).
A dieta que fomos biologicamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Livro disponível em <a href="http://files.brauliobo.org/books/The%2080-10-10%20Diet/Douglas%20Graham%20-%20The%2080-10-10%20Diet.pdf">PDF</a> e <a href="http://files.brauliobo.org/books/The%2080-10-10%20Diet/">outros formatos</a></p>
<p><span style="background-color: #ffffff; ">A dieta de alimentos <strong>completos</strong> (não processados), <strong>crus</strong>, <strong>frescos</strong>, <strong>maduros</strong> e <strong>vegetais</strong>, como a natureza nos oferece.</span></p>
<p>Intuitiva no sentido de que os alimentos que são fáceis de comer são os nossos alimentos, são os que dispensam tecnologia, fogo ou compartimentos (os germinados precisam deste último).</p>
<p>A dieta que fomos biologicamente <img class="alignright size-full wp-image-63" title="80/10/10 Diet" src="http://blog.brauliobo.org/wordpress/wp-content/uploads/2009/10/811-NewFront-web.jpg" alt="80/10/10 Diet" width="150" height="225" />projetados para digerir. Segue a lei do mínimo esforço na coleta, digestão, assimilação e eliminação.</p>
<p>Muito mais do que crudivorismo, mas alimentos completos (sem processamento como a desidratação) com baixo teor de gordura.</p>
<p>Muito além de quantidade, a proporção é a chave do equilíbrio: mínimo de 80% das calorias de carbohidratos simples, máximo 10% de proteínas e máximo 10% de gordura, a proporção encontrada nas dietas dos povos mais saudáveis. Não procure os alimentos por um único nutriente, mas pelo seu conjunto e combinação.</p>
<p>Confiança na natureza, ela provê a proporção, variedade e a quantidade dos nutrientes necessários para cada espécie.</p>
<p>GOSTOSO! O doce que sempre procuramos e deixa nossa boca a salivar com o alimento da maneira que ele se apresenta na natureza.</p>
<p>Simples: frutas e vegetais tenros. Nada mais. Nem pensar em suplementação, ou a dieta não seria completa.</p>
<p>Espero colocar nas próximos entradas do blog traduções de partes do livro. Ele traz informações reveladoras para vegetarianos e para onívoros, as quais não se encontram nas fontes tradicionais de nenhum dos dois grupos, uma análise e síntese muito abrangente sobre o tema de nutrição.</p>
<p>Créditos a Douglas Graham pelo brilhante exemplo e trabalho.</p>
<div id="attachment_65" class="wp-caption aligncenter" style="width: 331px"><img class="size-full wp-image-65" title="doug" src="http://blog.brauliobo.org/wordpress/wp-content/uploads/2009/10/doug.jpg" alt="doug" width="321" height="220" /><p class="wp-caption-text">Douglas Graham e Esposa</p></div>
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		<title>Esses livros&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 20:52:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brauliobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Esses livros revolucionários de nossa vida&#8230; Quando se encontra e lê mais um deles uma grande mudança se inicia.
Muitos deles li em versão digital, os ebooks, em PDF de imagens, o que impossibilita a busca no livro e que as pessoas busquem seu conteúdo no Google. Resolvi então passar um OCR no livro que atualmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses livros revolucionários de nossa vida&#8230; Quando se encontra e lê mais um deles uma grande mudança se inicia.</p>
<p>Muitos deles li em versão digital, os ebooks, em PDF de imagens, o que impossibilita a busca no livro e que as pessoas busquem seu conteúdo no Google. Resolvi então passar um OCR no livro que atualmente estou lendo, The Biology of Belief  &#8220;A Biologia da Crença&#8221; (<a href="http://wiki.brauliobo.org/mediawiki/index.php?title=The_Biology_of_Belief">wiki</a>, <a href="http://files.brauliobo.org/books/The%20Biology%20of%20Belief/html/Bruce%20Lipton%20-%20The%20Biology%20of%20Belief.htm">html</a>, <a href="http://files.brauliobo.org/books/The%20Biology%20of%20Belief/The%20Biology%20of%20Belief%20-%20Bruce%20Lipton%20PhD%20(228%20pages).pdf">pdf sem ocr</a> e <a href="http://files.brauliobo.org/books/The%20Biology%20of%20Belief/Bruce%20Lipton%20-%20The%20Biology%20of%20Belief.txt">txt</a>) de Bruce Lipton.</p>
<p>Aí tive a idéia de colocar ele no <a href="http://wiki.brauliobo.org">wiki</a> para que as pessoas possam corrigir os erros do OCR e inserir as imagens de volta. Adoraria ver colaborações!</p>
<p>NAMASKAR</p>
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		<title>Bhagavad Gita, Editora Pensamento</title>
		<link>http://blog.brauliobo.org/wordpress/2009/06/16/bhagavad-gita-editora-pensamento/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 00:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brauliobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[espiritualidade bhagavad gita livro]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de um trabalho arduo com OCR, aí vai o resultado, o fantástico e revelador livro Bhagavad Gita, tradução do Yogue Ramachacra, editora Pensamento. Particularmente gosto muito dessa versão pois não contém comentários (mas notas devidamente colocadas e esclarecedoras), o que resulta numa leitura mais rápida, contextualizada, e intensa do Gita. E além disso ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um trabalho arduo com OCR, aí vai o resultado, o fantástico e revelador livro Bhagavad Gita, tradução do Yogue Ramachacra, editora Pensamento. Particularmente gosto muito dessa versão pois não contém comentários (mas notas devidamente colocadas e esclarecedoras), o que resulta numa leitura mais rápida, contextualizada, e intensa do Gita. E além disso ainda deixa com vontade de ler mais uma vez, e mais uma, e mais uma&#8230;</p>
<p><a href="http://files.brauliobo.org/books/Bhagavad%20Gita%20-%20Editora%20Pensamento.doc">Bhagavad Gita &#8211; Editora Pensamento.doc</a></p>
<p><a href="http://files.brauliobo.org/books/Bhagavad%20Gita%20-%20Editora%20Pensamento.pdf">Bhagavad Gita &#8211; Editora Pensamento.pdf</a> (Também no <a href="http://docs.google.com/fileview?id=F.f17d035d-6a95-46aa-aa56-0b2133e9c347">Google Docs</a>)</p>
<p>Note que há erros de reconhecimento de imagem. Você pode ajudar corrigindo o documento e mandando-me de volta as correções.</p>
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		<title>Muito além do filme Zeitgeist</title>
		<link>http://blog.brauliobo.org/wordpress/2009/04/04/muito-alem-do-filme-zeitgeist/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 20:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brauliobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O filme Zeitgeist, muito apreciado por falsos céticos(1), principalmente por sua sarcástica crítica à religião, mas que  só se restringe a religião moderna capitalista e separatista, é tomado também como símbolo da crítica contra a atual ordem mundial criada pelos Illuminati, mações livres unidos com o propósito de &#8220;dar poder aos poderosos&#8221;. No entanto, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O filme Zeitgeist, muito apreciado por falsos céticos(1), principalmente por sua sarcástica crítica à religião, mas que  só se restringe a religião moderna capitalista e separatista, é tomado também como símbolo da crítica contra a atual ordem mundial criada pelos Illuminati, mações livres unidos com o propósito de &#8220;dar poder aos poderosos&#8221;. No entanto, o filme mesmo parece ter sido produzido por eles próprios, pois ele não explica o porque faz sentido um ser humano pensar como um Illuminati, resultado de suas próprias instabilidades mentais e falta de interiorização. Isto, a exteriorização, é justamente o mais evidente do filme, uma crítica inocente que põe toda a culpa de nossa miséria em um grupo, esquecendo a nossa tendência a escravidão dos sentidos devido a fraca espiritualidade.</p>
<p>Suncinto demais que fui, para entender melhor o que digo, deixo uma lista de filmes, dos quais a maioria também aponta a maçonaria, mas com uma crítica mais profunda e não excludente.</p>
<p>Os filmes são excelentes, mas longos. Recomendo que vejam todos!</p>
<ol>
<li><a href="http://www.youtube.com/view_play_list?p=31BE86E8281F1E33">Kymatica</a></li>
<li>The Legend of Atlantis  &#8211; Parte <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=7380611327825391213&amp;ei=XOTaSNOrCYm6rQLzoJidCw&amp;q=legend+of+atlantis">1</a>, <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=7003582090498984499&amp;ei=feTaSMLfG5mSrAKp8pCnCw&amp;q=legend+of+atlantis+2">2</a>, <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-6387615476786092490&amp;ei=j-TaSPjyDonGqQLQrKSsCw&amp;q=legend+of+atlantis+3">3</a>, <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-632443226758156662&amp;ei=ouTaSI3vGqHSqALgpMShCw&amp;q=legend+of+atlantis+4">4</a>, <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-6793517579438435676&amp;ei=seTaSNONGpHuqAKXmsmrCw&amp;q=legend+of+atlantis+5">5-1</a> e <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-1477588402887109490&amp;ei=1OTaSPiqB4WirALtmrWnCw&amp;q=legend+of+atlantis+5+2of2">5-2</a></li>
<li><a href="http://video.google.com/videoplay?docid=552349952244004940">The Great Year</a></li>
<li><a href="http://video.google.com/videosearch?q=energy+from+the+vacuum&amp;emb=0&amp;aq=f#q=energy+from+the+vacuum&amp;emb=0&amp;aq=f&amp;dur=3">Energy from the Vacuum</a></li>
</ol>
<p>(1) Teóricos que &#8220;provam&#8221; sem experimentação, contrário aos passos do método científico definido por Galileu: 1) Observação, 2) Hipótese, 3) Experimentação e 4) Tese</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sri Yuktéswar e frugivorismo</title>
		<link>http://blog.brauliobo.org/wordpress/2009/04/02/sri-yukteswar-e-frugivorismo/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 01:41:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brauliobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Não está sendo fácil, mas sem dúvida uma grande redescoberta e libertação. O frugivorismo abriu-me inúmeras portas para uma mente mais calma e prazeres mais duradouros. Uma dieta por si não se justifica, a não ser que esta te leve ao autocontrole e ao autoconhecimento.
Mas e Sri Yuktéswar? Depois de me deliciar com Autobiografica de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não está sendo fácil, mas sem dúvida uma grande redescoberta e libertação. O frugivorismo abriu-me inúmeras portas para uma mente mais calma e prazeres mais duradouros. Uma dieta por si não se justifica, a não ser qu<a href="http://arquivos.brauliobo.org/images/Sri%20Yukt%c3%a9swar%20and%20Paramahansa%20Yogananda.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-4 alignright" title="sri-yukteswar-and-paramahansa-yogananda" src="http://www.blog.brauliobo.org/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/sri-yukteswar-and-py2-150x150.jpg" alt="sri-yukteswar-and-paramahansa-yogananda" width="150" height="150" /></a>e esta te leve ao autocontrole e ao autoconhecimento.</p>
<p>Mas e Sri Yuktéswar? Depois de me deliciar com <a href="http://arquivos.brauliobo.org/books/Paramahamsa%20Yogananda%20-%20Autobiografia%20de%20um%20Iogue.pdf">Autobiografica de um Iogue</a> de Yogananda e pular rapidamente para <a href="http://arquivos.brauliobo.org/books/Sri%20Yukteswar%20-%20A%20Ci%c3%aancia%20Sagrada.pdf">A Ciência Sagrada</a> de seu grande guru, o qual realmente me impressionou. A parte que agora coloco é um trecho sobre a vida natural segundo Sri Yuktéswar. Gostei muito de ler algo que casou-se com minha visão atual, mas sem dúvida o que mais foi valioso para mim neste livro é a explicação do ciclo de 24.000 anos ligado as eras (do ouro, da prata, do bronze e do ferro ou, em sânscrito, Satya, Dwapara, Tetra e Kali) que é um produto do ano solar, isto é, do movimento períodico do sol com seu conjugado, que nos permite ver as doze constelações do zodíaco. Tem até um filme sobre este conhecimento, chamado <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=552349952244004940">The Great Year</a>, muito bom por sinal.</p>
<p>De volta ao frugivorismo, aí vaí um belo trecho do livro:</p>
<p><em>&#8220;O que é a vida natural? Para entender o que é a vida natural, será necessário distinguí-<br />
la do que é anti-natural. A vida depende da seleção de (1) alimento, (2) moradia, e (3)<br />
companhia. Para ter uma vida natural, os animais inferiores escolhem para si mesmo<br />
esses elementos com a ajuda de seus instintos e das sentinelas naturais colocadas nas<br />
entradas sensoriais &#8211; os órgãos da visão, da audição, tato, olfato e paladar. Entretanto,<br />
nos homens em geral estes órgãos estão desde a infância de tal forma pervertidos pela<br />
vida anti-natural, que pouca confiança se pode ter em seus julgamentos. Portanto, para<br />
compreender quais são nossas necessidades naturais, devemos depender de observação,<br />
experiência e razão.<br />
O que é alimento natural para o homem? Primeiro, para escolher o alimento<br />
natural, devemos observar a formação dos órgãos que cooperam na digestão e na nutri-<br />
ção, os dentes e o canal digestivo; a tendência natural dos órgãos dos sentidos que gui-<br />
am os animais para o seu alimento; e a nutrição da prole.<br />
Observação dos dentes. Pela observação dos dentes, notamos que nos animais<br />
carnívoros os incisivos são pouco desenvolvidos, mas os caninos bastante longos, lisos<br />
e pontiagudos, para apanhar a presa. Os molares também são pontudos; estas pontas<br />
entretanto, não se unem, mas se ajustam estreitamente lado à lado para separar as fibras<br />
musculares.<br />
Nos animais herbívoros os incisivos são notavelmente desenvolvidos, os cani-<br />
nos reduzidos (embora algumas vezes sejam longos, como as presas dos elefantes), os<br />
molares são largos na parte superior e revestidos de esmalte só nas faces laterais.<br />
Nos frugívoros todos os dentes tem quase a mesma altura; os caninos são pouco<br />
projetados, cônicos e rombudos (obviamente não planejados para agarrar a presa, mas<br />
para exercer força). Os molares tem coroa larga revestida na parte superior de pregas<br />
esmaltadas para evitar o desgaste causado pelo seu movimento lateral, não são pontu-<br />
dos, inapropriados para mastigar carne.<br />
Por outro lado, nos animais onívoros, como os ursos, os incisivos se asseme-<br />
lham aos dos herbívoros, os caninos são como os dos carnívoros, e os molares não só<br />
são pontudos mas também largos na parte superior, para servir a um duplo propósito.<br />
Agora, se observarmos a formação dos dentes no homem, veremos que eles não<br />
se parecem com os dentes dos carnívoros, nem com os dos herbívoros ou dos onívoros.<br />
Eles se parecem exatamente como os dos animais frugívoros. A dedução razoável por-<br />
tanto, é de que o homem é um frugívoro ou um animal comedor de frutas1.<br />
Observação do canal digestivo. Pela observação do canal digestivo, verifica-<br />
mos que os intestinos dos animais carnívoros são de três à cinco vezes mais longos que<br />
seu corpo, quando medidos da boca ao ânus, e seu estômago é quase esférico. Os intes-<br />
tinos dos herbívoros são vinte e oito vezes mais longos que seu corpo, e seu estômago<br />
é mais estendido e de estrutura composta. Porém, os intestinos dos animais frugívoros<br />
têm de dez a doze vezes a extensão de seu corpo; seu estômago é um pouco mais largo<br />
do que o dos carnívoros e tem um prolongamento no duodeno, que funciona como um<br />
segundo estômago.<br />
Não é exatamente a formação que encontramos nos seres humanos, embora a<br />
anatomia diga que os intestinos humanos tem de três a cinco vezes a extensão do corpo<br />
humano &#8211; cometendo-se um equívoco ao se medir o corpo da parte superior da cabeça<br />
até a sola dos pés, em vez de partir da boca ao ânus. Assim, podemos novamente inferir<br />
que o homem é com toda probabilidade um animal frugívoro.<br />
Observação dos órgãos dos sentidos. Pela observação da tendência natural dos<br />
órgãos dos sentidos &#8211; indicadores que determinam o que é nutritivo &#8211; os quais direcio-<br />
nam todos os animais para o seu alimento, verificamos que quando o animal carnívoro<br />
encontra a presa, sente tanto prazer que seus olhos começam a brilhar; audaciosamente<br />
ataca a vítima e sorve com sofreguidão os jatos de sangue. Ao contrário, os herbívoros<br />
recusam até mesmo seu alimento natural, deixando-o intacto, se nele houver o menor<br />
vestígio de sangue. Seus sentidos do olfato e visão induzem-os a escolher a grama e ou-<br />
tras ervas como alimento, degustando-as com prazer. Similarmente, com animais frugí-<br />
voros percebemos que seus sentidos sempre os dirigem para os frutos das árvores do<br />
campo.<br />
Nos homens de todas as raças verificamos que os seus sentidos de olfato, audi-<br />
ção e visão nunca os levam à matança de animais; ao contrário, eles não podem sequer<br />
suportar a visão dessas chacinas. É sempre recomendável que os matadouros sejam<br />
mantidos bem longe das cidades; os homens com freqüência, expedem rigorosos regu-<br />
lamentos proibindo o transporte de carnes descobertas. Pode-se então considerar a carne<br />
um alimento natural do homem, quando seus olhos e seu nariz positivamente a rejeitam,<br />
a menos que venha disfarçada com o sabor de temperos, sal e açúcar? Por outro lado,<br />
como achamos deliciosa a fragrância das frutas, cuja visão nos deixa muitas vezes com<br />
água na boca. Pode-se também notar que vários cereais e raízes tem odor e sabor gradá-<br />
veis, embora fracos, mesmo quando não estão preparados. Portanto, mais uma vez, so-<br />
mos levados a deduzir por estas observações de que o homem tende à ser um animal<br />
frugívoro.2<br />
Observação da alimentação das crianças. Observando a alimentação das cri-<br />
anças, vemos que o leite é sem dúvida o alimento do recém-nascido. A mãe não terá<br />
leite o bastante se não comer frutas, cereais e vegetais como seu alimento natural.<br />
A Causa das doenças. Portanto, a única conclusão razoável à que se pode che-<br />
gar a partir destas observações é a de que os vários cereais, frutas, raízes, e &#8211; como be-<br />
bida &#8211; leite, e água pura exposta ao ar e ao sol, são de modo indiscutível o melhor ali-<br />
mento natural para o homem. Por serem adequados ao nosso sistema, quando ingeridos<br />
de acordo com a capacidade dos órgãos digestivos, estes alimentos bem mastigados e<br />
misturados com a saliva, serão facilmente assimilados.<br />
Outros alimentos não são naturais para o homem, e sendo incompatíveis com o<br />
sistema são necessariamente estranhos à ele; quando entram no estômago, não são ade-<br />
quadamente assimilados. Misturados com o sangue, acumulam-se nos órgãos excretó-<br />
rios e em órgãos não adaptados adequadamente à eles. Se não são eliminados, deposi-<br />
tam-se nas fendas dos tecidos pela lei da gravidade; e, ao fermentarem, produzem doen-<br />
ças mentais e físicas, levando à uma morte prematura.<br />
O desenvolvimento das crianças. A experiência também prova que a dieta na-<br />
tural, não irritante, do vegetarianismo é quase sem exceções admiravelmente apropriada<br />
para o desenvolvimento das crianças, tanto físico como mental. Suas principais facul-<br />
dades, mentes, discernimentos, vontades, temperamentos e disposição geral serão tam-<br />
bém harmoniosamente desenvolvidos.<br />
A vida natural acalma as Paixões. Verificamos que quando se empregam mei-<br />
os incomuns, tais como jejum excessivo, flagelação ou clausura monástica, com a fina-<br />
lidade de suprimir as paixões sexuais, raras vezes consegue-se o efeito desejado. A ex-<br />
periência mostra entretanto, que o homem pode facilmente dominar estas paixões, o ar-<br />
qüiinimigo da moralidade, pela vida natural baseada numa dieta não irritante, acima<br />
referida; deste modo, os homens obtém a tranqüilidade da mente, que os psicólogos sa-<br />
bem ser extremamente favorável à atividade mental, à uma compreensão lúcida, bem<br />
como à uma judiciosa maneira de pensar.<br />
Desejo sexual. Algo mais deve ser dito aqui sobre o instinto natural de procria-<br />
ção, que é depois do instinto de auto-conservação, o mais forte no corpo animal. O de-<br />
sejo sexual, como todos os outros desejos, tem um estado normal e outro anormal ou<br />
doentio, este último resultante unicamente da matéria estranha acumulada pela vida an-<br />
ti-natural, como já mencionamos. No desejo sexual, cada um tem um termômetro muito<br />
preciso para indicar a condição de sua saúde. Este desejo ultrapassa seu estado normal<br />
devido à irritação nervosa resultante da pressão da matéria estranha acumulada no sis-<br />
tema, pressão esta exercida sobre o aparelho sexual, manifestada primeiro por um exa-<br />
cerbado desejo sexual, depois por uma gradual redução da potência.<br />
O desejo sexual em seu estado normal deixa o homem completamente livre de<br />
todas as perturbações lascivas, e só atua no organismo (despertando um desejo de saci-<br />
edade) raramente. Aqui, outra vez, a experiência demonstra que este desejo, como todos<br />
os outros, é sempre normal em indivíduos que vivem uma vida natural, como já men-<br />
cionamos.<br />
A raiz da árvore da vida. O órgão sexual &#8211; junção de importantes extremidades<br />
nervosas, particularmente dos nervos simpáticos e espinhais (nervos principais do ab-<br />
dômen), os quais através de sua conexão com o cérebro, são capazes de estimular todo<br />
o sistema &#8211; é, em certo sentido, a raiz da árvore da vida. O homem bem instruído no uso<br />
adequado do sexo pode manter seu corpo e sua mente saudáveis e viver uma vida intei-<br />
ramente agradável.<br />
Os princípios práticos da saúde sexual não são ensinados porque o povo consi-<br />
dera o assunto impuro e obsceno. Assim, em sua cegueira, a humanidade tem a presun-<br />
ção de lançar um véu sobre a Natureza, porque ela lhe parece impura, esquecendo que<br />
ela é sempre imaculada e que tudo que existe de impuro e indecoroso está na mente do<br />
homem e não na natureza. Por conseguinte, é claro que o homem, ignorando a verdade<br />
sobre os perigos do abuso da força sexual, sendo compelido à práticas errôneas através<br />
da irritação nervosa resultante de uma vida anti-natural, sofrerá perturbadoras moléstias<br />
na vida, tornando-se uma vítima de morte prematura.<br />
A moradia do homem. Em segundo lugar, vem a casa onde moramos. Podemos<br />
facilmente compreender, quando nos sentimos mal ao entramos numa sala abarrotada<br />
depois de respirarmos o ar fresco do alto de uma montanha ou de um vasto campo ou<br />
jardim, que a atmosfera da cidade ou de qualquer aglomerado urbano é anti-natural para<br />
se morar. A atmosfera revigorante do alto de uma montanha, de um campo, jardim ou<br />
de um lugar seco e arborizado situado num espaçoso terreno, bem ventilado com ar<br />
fresco, é a moradia apropriada para o homem em harmonia com a natureza.<br />
A companhia que devemos ter. Em terceiro lugar está a companhia que deve-<br />
mos ter. Aqui também, se ouvirmos os ditames de nossa consciência e consultarmos<br />
nossa inclinação natural, verificaremos que preferimos as pessoas cujo magnetismo nos<br />
afeta harmoniosamente, que acalmam nosso organismo, tonificam internamente nossa<br />
vitalidade, desenvolvem nosso amor natural, aliviando nossos sofrimentos, nos trans-<br />
mitindo paz. Isto quer dizer que devemos estar na companhia de Sat ou Salvador, e co-<br />
mo já aludimos antes, devemos evitar a companhia de Asat. Na companhia de Sat temos<br />
a possibilidade de gozar uma saúde perfeita, física e mental, e nossa vida é prolongada.<br />
Se, por outro lado, não seguimos o conselho da Mãe Natureza, nem ouvimos os ditames<br />
de nossa consciência pura, mantendo a companhia de tudo que foi designado como A-<br />
sat, produz-se um efeito oposto, prejudicando a saúde e encurtando a vida.<br />
Necessidade de Vida Natural e Pureza. Por conseguinte, a vida natural favo-<br />
rece a prática de Yama, as abstenções ascéticas. Sendo a pureza da mente e do corpo<br />
igualmente importante na prática de Niyama, as observâncias ascéticas, devem-se fazer<br />
todas as tentativas para atingir essa pureza.&#8221;</em></p>
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